Emprego: Editora Globo promove programa de estágio





A Editora Globo está com inscrições abertas para estágio 2017.

A Editora Globo está com inscrições abertas para o seu programa de estágio. A oportunidade é exclusiva para estudantes de graduação com formação prevista para dezembro de 2017, julho/dezembro de 2018 ou julho de 2019. A empresa afirma que busca pessoas apaixonadas por conteúdo e informação.

O programa tem vagas nas áreas de atuação Jornalismo, Design, Inovação Digital, Editorial de Livros, Jurídico, Financeiro, Marketing, Projetos Publicitários, Tecnologia Digital e Tecnologia da Informação. Os aprovados poderão ficar no máximo dois anos estagiando na Editora Globo de segunda a sexta-feira, 6 horas por dia.

O programa vai oferecer treinamentos, oficinas, workshops, palestras e rodízio entre as áreas no período de seis meses.

A empresa comenta que o programa foi pensado de forma que o aluno tenha a possibilidade de aprimorar o aprendizado acadêmico, exercitar seu potencial com a tutoria de profissionais e alcançar oportunidade de trilhar carreira na editora. “Jovens talentos que farão parte de uma equipe comprometida em construir uma sociedade melhor, por meio de projetos e produtos criativos que surpreendam o consumidor”, escreveu a empresa na descrição do programa.

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Como se inscrever na vaga de Estágio na Editora Globo

O programa tem inscrições abertas até 30 de outubro. Os alunos devem se candidatar por meio deste link, onde encontrarão testes online de português, inglês e raciocínio lógico. O processo ainda inclui entrevista coletiva, prova presencial, dinâmica de grupo com gestores, avaliação do portfólio online (estudantes de arte) e entrevista final.

Editora Globo

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A Editora Globo ocupa um lugar importante na história do livro e do periódico no Brasil. Uma das editoras mais antigas do país, fez trajetória singular em nosso ambiente cultural e editorial durante o século XX. Publicou centenas de traduções de grandes autores, dicionários e enciclopédias pioneiros, materiais didáticos e revistas que marcaram época.

Em 1986, a editora foi incorporada pelas Organizações Globo, do jornalista Roberto Marinho, que já possuía, desde 1952, a Rio Gráfica Editora, famosa por seu trabalho na área das revistas de grande circulação e de publicações em fascículos. Esse somatório permitiu à Editora Globo contar atualmente com um extenso e sofisticado catálogo de livros e periódicos e de novas mídias de ensino e pesquisa.

A história da Editora Globo foi possível graças ao espírito empreendedor e perseverante de duas famílias, que juntas vivenciaram praticamente um século de acontecimentos e fatos importantes na história do Brasil.

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Atentas aos processos sociais do país e tendo a força própria dos formadores de opinião, por meio da comunicação impressa, levaram ao grande público revistas, fascículos e livros – e mantiveram, ao longo do século XX, um desejo inabalável de dar continuidade ao aprimoramento de seu trabalho na busca de qualidade e de melhor atendimento ao leitor. Falamos das famílias Marinho e Bertaso.

A primeira, a família Marinho, do Rio de Janeiro, em 1925 editava o jornal O Globo. Depois, em 1944, criou a Rádio Globo e, em 1952, fundou a Rio Gráfica Editora. Em seguida, nos anos 60, seria a vez da TV Globo do Rio de Janeiro, fundada em 1965, até o passo maior, dado com a compra, em 1986, da Editora Globo de Porto Alegre, por Roberto Marinho, então presidente das Organizações Globo.

A segunda, a família Bertaso, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, confunde-se com a história da Livraria e Editora Globo, fundada em 1883, e ampliada, a partir de 1928, com o formidável incremento dado à Seção Editora da Livraria: a Editora Globo gaúcha, um nome que ainda permanece como referência na cultura sulista.

Roberto Marinho, até 2004, esteve à frente das atividades das Organizações Globo, que assumiu aos 25 anos, na década de 30, no lugar de pai, Irineu Marinho Coelho de Barros, fundador do jornal O Globo.

A Rio Gráfica Editora: periódicos e fascículos

A Rio Gráfica Editora foi fundada em 30 de maio de 1952, instalando-se à Rua Itapiru, 1.209, no Rio de Janeiro, e constituiu-se como um dos maiores parques gráficos da América Latina. Pertencia às Organizações Globo, da família Roberto Marinho. Durante as décadas de 1950 a 1970, a Rio Gráfica firmou-se como editora de periódicos. Publicou as primeiras revistas femininas de sucesso no país, como Rio, Cinderela, Cinelândia, Meia Noite, Radiolândia, que representavam uma participação de 65% nas publicações da editora.

Já nos anos 50 e 60, a editora divulga histórias em quadrinhos, como Kripta, O Príncipe Valente e Jerônimo: herói do sertão. Nos anos 70, passou a ocupar cada vez mais o mercado de comics, editando títulos da Marvel Comics a partir de 1975. Em 1977, deu início a publicações dirigidas ao público infantil, reeditando histórias de Monteiro Lobato e publicando a revista infantil com atividades educativas Sítio do Picapau Amarelo, ao mesmo tempo que a TV Globo estreava o seriado infantil Sítio do Picapau Amarelo.

Em 1980, a Rio Gráfica Editora recebeu o Prêmio Destaque de Marketing da Associação Brasileira de Marketing. Em 1984, a editora participa da Bienal Internacional do Livro. Esse período se destaca com a publicação dos gibis Recruta Zero, Fantasma e Tex.

Este último, editado a partir de 1986, chegou a ter tiragem de mais de 100 mil exemplares. Ainda no âmbito de literatura infantojuvenil, foi editada a coleção Meu livro de bichos, em 16 volumes, coordenada pela escritora Ruth Rocha, destinada a crianças de 5 a 10 anos, e a coleção de livros-discos para crianças de 7 a 14 anos, como A turma do Sítio, A turma do Pererê e Grilo feliz.

A partir de 1985, a Rio Gráfica passou a publicar a Globo Rural, revista até hoje importante por reunir informações preciosas para o meio rural. A revista, em seus primeiros 17 anos de existência, ganhou 16 prêmios jornalísticos.

A editora especializou-se, também, na publicação de obras em fascículos, como Minha cozinha, Fotografia em cores, Mão na roda, Microcomputador, Guerra na paz e Grandes fatos do século XX. Em 1985, a Rio Gráfica editou alguns livros de literatura do catálogo da Editora Globo, tendo adquirido licença da editora gaúcha. Data dessa época o plano inicial das Organizações Globo de comprar a Editora Globo, o que se concretizaria no ano seguinte.

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